Mostrando postagens com marcador Bahia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bahia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Um nordeste pintado de preto e branco.


Deu VOZÃO no Nordestão!

Um título mais que merecido e que premia a melhor equipe da competição. Foram 12 partidas, com 7 vitórias e 5 empates, campeão invicto.

Charles e Gilvan marcaram para o Ceará e ratificaram o título,  enquanto Maxi descontou para o tricolor da boa terra já nos descontos.

63.903 pagantes presenciaram uma linda festa no Castelão e viram o Vozão pintar pela primeira vez o Nordeste de preto e branco.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Bahia x Ceará : Uma final cheia de cores e paixões.


A paixão dos nordestinos pelo futebol não é novidade ou causa espanto em qualquer pessoa que conheça um pouco do esporte.

Na primeira partida da final da Copa do Nordeste que será realizada na capital baiana,  a única certeza antes do seu início, é que teremos o estádio Octávio Mangabeira (me recuso a chama-lo pelo nome de uma cervejaria) completamente tomado pelas cores azul, vermelho e branco do tricolor da boa terra, além é claro, do preto e branco dos guerreiros do vovô que se deslocarão da capital cearense na esperança de conquistar um título inédito.

41 mil vozes e corações que comprovam por A + B que a Copa do Nordeste é o caminho a ser seguido pelos clubes da região.

Que Bahia e Ceará proporcionem um lindo espetáculo DENTRO de campo, por que FORA dele (arquibancadas), a festa já esta garantida!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Bahia é o único grande fora das quartas do Nordestão.

Por : Fábio Nascimento

Dos grandes clubes que disputam essa edição da Copa do Nordeste, ou seja, Bahia, Vitória, Sport, Santa Cruz, Fortaleza e Ceará, o único fora da fase de mata-mata da competição é o Tricolor baiano.

Jorginho, o "mal humorado", apontou a parte técnica e tática como erros, além da falta de contratações como fatores pela desclassificação.

Na minha opinião o técnico tem sua parcela de culpa, bem como todo o elenco, mas os maiores responsáveis pela desclassificação do Bahia em uma primeira fase de Copa do Nordeste foram Marcelo Guimarães Filho e seu diretor de futebol Paulo Angioni.

MGF e Paulo Angioni no Fazendão

Magal, Brinner, Demerson, Thuran e Obina que foram contratados para a temporada não são atletas a altura da tradição tricolor. Além deles, Kleberson, Zé Roberto e Magno já provaram que pouco tem a acrescentar tecnicamente ao clube.

Cabe ao Bahia nesses mais de 40 dias de inatividade, repensar seu planejamento e principalmente começar a se reforçar de verdade, caso contrário, terá pela frente um ano complicado, sem títulos (estadual e nordeste) e com grandes chances de terminar chorando um rebaixamento (brasileiro) em 2013.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

"Lambuzando a boca do besta"

Salve meu povo.
Primeiro texto do ano que publico no Blog e venho falar sobre o Bahia.
Mas pera lá, logo o Bahia Fábio? Pois é.
Não escondo de ninguém a minha paixão pelo Vitória, e obviamente num duelo entre os 2 maiores clubes do Estado sempre estarei do lado vermelho e preto, mas, queria escrever aqui algumas linhas sobre o presidente tricolorido e sobre a mudança no estatuto (eleições) do Bahia.

1 - Marcelo Guimarães Filho
Quando da eleição de "Marcelinho" para a presidência do Bahia, comentei com amigos tricolores mais próximos que eles não sabiam a "bomba" que estavam recebendo no colo. Morei durante quase 20 anos na Baixa do Bonfim, mais precisamente na Rua da antiga 3ª delegacia, e lá, o papai "Marcelão" possuía um comitê de campanha ao qual o filho sempre estava presente. Amigos, posso assegurar-lhes que desde aquela época (meados da década de 90) o "almofadinha" já era "marrento" e demonstrava toda a sua arrogância pelas ruas da Cidade Baixa.

Não me surpreendeu o caso ocorrido durante essa semana no qual o atual presidente e herdeiro do "trono" tricolor mandou através de uma rede social um torcedor tomar no orifício retal pelo simples fato do mesmo demonstrar a sua revolta com a venda do melhor jogador do Bahia (Gabriel) a preço de banana e em suaves prestações a perder de vista.


Como se já não bastasse tratar o maior bem de qualquer que seja o clube, o torcedor, de forma áspera e grosseira, o mandatário tricolor ainda disse em entrevista ao site Arena  Nordeste o seguinte : " Não houve discussão. Infelizmente não tenho 'sangue de barata', quem diz o que quer esta sujeito a escutar o que não quer".

Por favor, poderiam me dizer quais foram as beneces que o tricolor teve com a chegada de MGF? Quais os títulos nesses 4 anos? Quais foram os investimentos em termos patrimoniais? Enquanto ao clube, em que setor houve melhora significativa?

Silêncio...

Taí meus amigos tricolores, eu avisei!

2 - Mudança do Estatuto - Eleições
Engodo, embuste, trapaça.
Qualquer das palavras acima serviria perfeitamente para exemplificar a tal mudança no estatuto tricolor, senão vejamos :

- A dita eleição direta contará apenas com os sócios do TOB, sendo que os mesmos terão que possuir pelo menos 36 meses de associado e ainda pagar mensalmente uma taxa extra de sócio patrimonial. Além disso, para ser tornar um candidato, os sócios terão que passar por um conselho "filtro" que escolherá apenas 2 candidatos para a disputa (vale ressaltar que esse conselho em sua maioria apoia o atual mandatário).

Se você pensa que acabou, ta enganado!

- Foi mantida a eleição do Conselho Deliberativo sem a proporcionalidade (o que tornaria o quadro mais independente), dessa forma, a chapa vencedora continuará colocando 300 nomes de uma só vez ( a oposição tentava abaixar esse número para 200), impossibilitando qualquer disputa mais acirrada dentro do clube.

- E as alterações no estatuto e destituições presidenciais?
Agora para se mudar o estatuto ou destituir o presidente é necessário 3/4 dos votos (75%) quando até ontem era necessário 2/3 (67%), ou seja, as mudanças só acontecerão se for do interesse dos atuais "donos" do Esporte Clube Bahia.


O que se percebe claramente, é que MGF junto com "Tiririca Senior", Maracajá e sua trupe, "lambuzou a boca do besta" para empurrar por goela abaixo o que ele acredita ser uma democracia, mas na verdade não passa de uma administração alicerçada em desmandos e conchavos.

Os gregos (patronos da verdadeira forma democracia) diriam em alto e bom som  : "Ζήτω η δημοκρατία"

Abraços.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Mais que rivalidade.


Sport e Bahia se enfrentam na Ilha do Retiro defendendo mais do que uma rivalidade estadual. Uma derrota ou uma vitória nesse confronto pode significar a permanência ou a queda para a 2ª divisão.

O Leão da Praça da Bandeira vem melhorando sob o comando de Waldemar Lemos, e um resultado positivo pode coloca-lo em igualdade de pontos com o Coritiba, dando o gás que falta a esse elenco na busca pela saída da zona de rebaixamento.

O Sport terá a ausência de Magrão, mas contará com Cicinho que voltou a jogar bem, Hugo e William Rocha que são os destaques leoninos.

Pelo lado do Tricolor de Aço, a meta é continuar no embalo desde a chegada de Jorginho. Os baianos vem de vitórias contundentes fora de casa, diante de Santos e Vasco, sendo que um novo triunfo longe de Salvador daria ao Bahia a tranquilidade de abrir até 8 pontos para a zona de rebaixamento.

Souza (caveirão), Zé Roberto e Lomba são as armas do tricolor para o clássico nordestino.

No confronto direto, ampla vantagem tricolor. Foram 18 triunfos do Bahia, contra 7 vitórias do Sport e 9 empates. No números de gols marcados, nova vantagem para os baianos, foram 41 gols do tricolor contra 35 gols rubro-negros.

Ilha do Retiro cheia, rivalidade, desespero e alívio, todos os temperos/ingredientes para mais um grande clássico!

domingo, 19 de agosto de 2012

3 pra cá e 3 pra lá.

Por Fábio Nascimento

3 pra cá.

Numa sexta-feira chuvosa e de horário ingrato (19h30) para se chegar ao Barradão no caos que se tornou o trânsito de Salvador, 14 mil rubro negros viram o VITÓRIA vencer o Joinville e de quebra assumir a liderança da Série B.

Se os 35 minutos iniciais animaram todos que enfrentaram a chuva chata e ininterrupta vendo William e Elton marcarem para o Leão, o gol dos catarinenses de pênalti já no final da 1ª etapa, e um 2º tempo em que mesmo jogando com um jogador a mais foi pressionado, faz com que todos no ECV fiquem alerta para essa queda de rendimento constante no segundo tempo.


No mais é parabenizar todo o elenco rubro-negro que vem fazendo a melhor campanha na história da Série B desde que os pontos corridos foram implantados, e focar não somente no acesso como também no título.

PS : Na minha opinião a torcida rubro negra tem que abraçar não somente o SLOGAN "Eu boto fé, o Vitória vai subir" como deveria também abraçar o SLOGAN " Eu boto fé em encher o Barradão"

3 pra lá.

A boa vitória diante da Ponte Preta fez com que os torcedores tricolores acreditassem que o Bahia poderia enfrentar o Náutico de igual para igual nos Aflitos, além disso, o fato de historicamente se dar bem diante dos pernambucanos seja em Salvador ou em Recife, e os desfalques de 4 titulares do Timbú acentuava ainda mais essa confiança, mas, o que vimos novamente foi um Tricolor de Aço caindo nos mesmos erros de rodadas anteriores. Faltou inspiração aos jogadores e principalmente OUSADIA por parte do técnico tricolor que considerava o empate um ótimo resultado e acabou colhendo uma derrota.

Agora cabe apenas ao tricolor secar Palmeiras e Coritiba nesse domingo.

PS : Plagiando um famoso narrador brasileiro: "Que Faaase"


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Diário de um sofá.


Devido a uma gripe fortíssima que me deixou afônico e também me privará de fazer o Porto Mar Esporte Clube até a próxima segunda-feira, aproveitei a noite para curtir o meu sofá (coisa rara, devido ao trabalho na hotelaria e a rádio) e a Tv, entre um filme e outro assisti ao jogo do Bahia diante do Fluminense no Engenhão e a impressão que tive é que o tricolor gastou muito dinheiro, contratou mal e ainda por cima demitiu o técnico Falcão que provavelmente é o que menos culpa tem nisso tudo.

Claro que a minha opinião não exime os erros que o técnico cometeu, mas convenhamos, o elenco do Bahia além de ser "experiente" demais peca no quesito qualidade técnica. Esperar que Zé Roberto, Mancini e Kleberson sejam os salvadores, ou até mesmo que Souza e Junior venham a ser um novo Romário é realmente sonhar alto.

Marcelo Guimarães e Paulo Angioni terão que correr atrás de um novo técnico, talvez Dorival Junior, ou então a volta do "papai" Joel e suas pérolas que fazem a alegria dos setoristas, entretanto, com um ou com outro pouca coisa irá mudar se a direção tricolor não mexer no que realmente faz a diferença... o elenco.

Vou voltar para meu sofá, esta passando "O Patriota" com Mel Gibson, até segunda!

sábado, 19 de maio de 2012

O efeito ressaca nos campeões estaduais


Fim dos principais estaduais do Brasil, os novos campeões e seus torcedores vibram e comemoram pra valer. Mas o futebol não para. Copa do Brasil ainda em andamento com jogos pelas quartas-de-final, campeonato brasileiro séries A e B já iniciando... é vida que segue.


Mas os novos campeões parece que se esqueceram disso, e comemoraram tanto e a ressaca chegou forte. No primeiro jogo dos campeões estaduais de 2012, NENHUM conseguiu vencer. Isso mesmo, nenhum campeão estadual venceu seu jogo após conquistar seu título estadual.


O campeão carioca, Fluminense, perdeu para o Boca Juniors por 1 X 0. O campeão paulista, Santos, perdeu para o Vélez Sarsfield por 1 X 0. Nesses dois casos, os jogos foram válidos pela Libertadores, partidas de "ida".


Pela Copa do Brasil o campeão goiano, Goiás, perdeu para o São Paulo, 2 X 0. O Coritiba, campeão paranaense, empatou com o Vitória em Salvador. E o Bahia, campeão baiano, perdeu para o Grêmio por 2 X 1.


Série B iniciando, os maus resultados aos campeões continuaram. O Ceará, campeão cearense, perdeu para o América-MG por 2 X 1, e o CRB, campeão alagoano, perdeu para o Bragantino por 2 X 0.


Somente não perderam ou empataram o Atlético-MGInternacionalSanta Cruz e Avaí, pois até o momento não entraram em campo e estão descansando e se preparando aos próximos jogos. Será que a ressaca após os títulos estaduais continuará?

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Aos poucos, a retomada do futebol baiano

A classificação de Bahia e Vitória para as quartas-de-final da Copa do Brasil de 2012, eliminando respectivamente Portuguesa e Botafogo, podem ser interpretadas como mais um passo do futebol baiano para uma definitiva retomada para o cenário nacional.

O Bahia foi rebaixado em 2003 para a série B do campeonato brasileiro, teve passagens pela série C, houve o desastre na Fonte Nova com a morte de 7 torcedores e interdição do estádio, e na Copa do Brasil não chegava nesta fase entre os 8 melhores desde 2004. Mas desde o ano passado o alto astral parece estar retornando ao Bahia. Retornou a disputar a série A do brasileirão, está classificado para uma competição internacional, a Copa Sulamericana, tem se preocupado em contratar grandes jogadores e técnicos de renome e tudo indica que pode montar um elenco mais forte este ano para ter uma melhor participação no campeonato brasileiro.

Já o Vitória, apesar de ter sido vice-campeão em 2010 da Copa do Brasil, em anos recentes esteve disputando as séries B e C, e novamente foi rebaixado para a série B em 2011. Ultimamente está sempre beliscando boas campanhas na Copa do Brasil, se mostrando um time copeiro, e este ano parece que vai firme a mais uma excelente campanha.

Como curiosidade, juntos, Bahia e Vitória não chegavam a essa fase na Copa do Brasil desde seu primeiro ano de disputa (1989), justamente um ano após o expressivo título nacional do Bahia (1988) e poucos anos antes do Vitória ter feito uma campanha sensacional e ter ficado com o vice-nacional de 1993 (perdendo o título para o timaço do Palmeiras).

Para ser mais evidenciada essa retomada do futebol baiano, será fundamental que o Bahia faça uma campanha para ficar entre os 10 do brasileirão, faça um bom papel na Sulamericana indo para uma fase internacional e fique pelo menos entre os 4 finalistas da Copa do Brasil (o que nunca conseguiu até hoje). E o Vitória, será essencial seu retorno pra série A e uma campanha que leve ao seu primeiro título nacional através da Copa do Brasil.

Daí sim poderemos confirmar a ascensão do futebol baiano, com dois times na série A, com ambos possuindo títulos nacionais, com Barradão e a nova Fonte Nova sempre cheios. Deste momento em diante poderemos dizer que os dois maiores clubes da Bahia brigam para ver quem será o melhor entre os melhores, e não quem será o pior entre os piores.

domingo, 27 de novembro de 2011

O problemático futebol baiano


O fim de ano de 2011 poderia ter sido melhor pro futebol baiano, em se tratando das 2 maiores equipes. Como forma de comparação, em 2012 será Pernambuco a ter 2 times na série A, não a Bahia, outrora estado mais forte na região em termos de futebol.

Mais uma vez os times baianos ficam brigando pra ver quem é o menos pior, e assim vão se nivelando por baixo.

O Bahia está retornando depois de anos pra série A, tudo bem que este ano a maior "meta" seria se manter na elite e conseguiu, mas é muito pouco pra grandeza desse clube. Fez inúmeras contratações de "gosto" duvidoso, e desfez de sua base do ano anterior, e por pouco não retorna pra B, daí seria um desastre sem tamanho pro clube. Pra 2012 - Tomara que pelo menos pegue uma vaga na Copa Sulamericana pra que em 2012 o ano seja mais grandioso ao clube. E que na série A do ano que vem a meta seja ficar na parte de cima da tabela.

E o Vitória em 2011 teve uma postura de que subiria na hora que quisesse nessa série B (diga-se por passagem, a mais fraca tecnicamente dos últimos anos), e ficou de fora do retorno não por decepcionar perdendo pro São Caetano em casa em um Barradão lotado, mas pelo time ser fraco mesmo e ter tido uma campanha irregular na competição. Pra 2012 - O Vitória é um clube de 1ª divisão, merece voltar. Pra isso a diretoria deve ser mais criteriosa e até mesmo mais ousada nas contratações.

Enquanto outros estados vão se fortalecendo, a Bahia vai ficando na mesmice, sem os demais clubes crescerem e surgirem como novas forças baianas. Os times que se classificam pra série D só fazem papelão, o que que estão na série A e B não confirmam todo o potencial que tem. Passou da hora do futebol baiano se destacar nacionalmente novamente.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

[BAHIA] Menos folclore e mais futebol

O Bahia ganha as manchetes como um clube mítico, de torcida apaixonada, de publicos maravilhosos..Mas o futebol sempre vem embalado com pitadas de misticismo,disso, daquilo, tudo sempre encomendado pelos textos de jornalistas do sudeste que parecem customizar tudo, e de justificar tudo, pouco considerando o valor meramente esportivo do tricolor.

O Bahia parece às vezes refletir isso em campo. A apatia do time, a desorganizaçao, a falta de sintonia com a melhor torcida do ano passado e ,até agora, deste ano, parecem ser uma prova de um descompasso absurdo. Muito marketing, muita cara sorridente, muito Marcelinho no twitter, mas se o Bahia não for cobrado, estaremos em pouco tempo desesperados.

Futebol efetivo, eficiente, produtivo, producente, com os resultados que precisamos. é o que precisamos.

O Bahia tem que dar sufoco em casa, diante dessa galera,mas o que acontece é que sofre sufoco. O Bahia tem que começar dando as cartas, partindo pra cima.
Por favor, irmãos de nação tricolor, não me venham com desculpas. Estou acostumado a torcer pelo Bahia assim há 39 anos, desde os meus 10 acompanhando de perto. O Bahia grande. No meu vocabulário não existe Bahia conformado. Geração Fast, me desculpem. Meu Bahia é outro.

Não gostei do time contra o Botafogo. Não me falem em jogador tal, jogador isso, aquilo, desfalques... O time estava mal posicionado, com uma atitude tímida. Temos que pressionar. Não somos macacos de presépio da série A para nos acharmmos os lindos da torcida de ouro. Somos BAHEA nessa porra.

domingo, 19 de junho de 2011

Um Bahêa como antigamente.

O Bahia fez diante do Fluminense a sua melhor apresentação no retorno a Série A. Não somente pela vitória em si, mas principalmente pela forma com que o time se impôs perante o atual campeão brasileiro.

As estréias de Carlos Alberto e Junior deram maior mobilidade tanto ao meio campo quanto ao ataque. Carlos Alberto realizou com eficiência (até quando as pernas aguentaram) a transição entre meio e ataque. Junior entrou na partida antes do 5/1T no lugar de Souza, contundido, e ao lado de um Jóbson inspirado infernizaram a defesa carioca, dificilmente o "diabo loiro" perderá sua vaga no ataque na próxima partida.

Renê acertou em recuar Fahel para a defesa, realizando assim o papel de um falso 3º zagueiro e dando maior solidez ao setor defensivo.

Ávine (puxando os contra-ataques), Paulo Miranda (melhor da defesa) e Diones (cão de guarda do meio campo) foram os outros destaques do Esquadrão.

Não poderia terminar o texto sem lembrar da linda festa realizada pela torcida tricolor em pleno Engenhão, certamente os 2 ou 3 mil tricolores baianos viram um "Bahêa" como antigamente.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

AtaCones - Não são imprescindíveis.

Apesar de estar rendendo abaixo do esperado no futebol desde os tempos de Corínthians, mudei meu conceito com relação a Souza, que era mais negativamente pessoal do que pelo futebol.Ele tem mostrado empenho, dedicação ao Bahia, companheirismo com os colegas de equipe, mas infelizmente isso não está resultando em gols, a não ser de penalti. Dizem que há uma clausula picareta no contrato dele que obriga à sua escalação no Bahia como titular.

Mas vendo Souza recuando o tempo todo pra buscar jogo, sendo um jogador limitado tecnicamente e pouco veloz, fica sempre a impressão de que ele está na função errada, porque não consegue cumprir a sua.

Por que TEMOS que ter cones em campo? Por que a necessidade de atacantes altos e lentos? É imprescindível? Se nem acertamos os cruzamentos, pra que o atacante lá?

Num futebol onde a presença dos zagueiros na área adversária é o que há de mais comum, por que ter sempre a figura do "AtaCone" no ataque? Digo isso porque entendo que o Bahia tem que repensar ESQUEMA, não jogador. Não é simplesmente trocar Souza por Junior Lacraia, nem mesmo por Jael. É mudar o esquema de jogo para se adaptar à capacidade do elenco disponível. Vários clubes brasileiros hoje prescindem dessa formação clássica "atacante de velocidade, baixo, + atacante de área, alto". E com bons resultados.

Com a chegada de Carlos Alberto e o bom rendimento de Lulinha, o Bahia pode armar um time ofensivo, mas equilibrado, com um meio campo fortalecido e um atacante de bastante mobildade, como Jobson, livre. Compor o meio campo com Marcone e Diones fazendo a proteção, Carlos Alberto e Ricardinho revezando no auxilio a eles e na distribuição de jogo, Lulinha de ultimo homem do meio de campo e Jobson no ataque.

Mas isso é apenas minha opinião, mais uma entre as dos milhões de "técnicos" do Bahêa.

terça-feira, 31 de maio de 2011

BAHIA - Acertando em arriscar!

A torcida tricolor pode até não concordar com a diretoria quando se fala dos nomes contratados para a disputa da Série A, afinal, estamos em uma democracia.

Porém, não se pode acusar a atual diretoria do Bahia de omissa.

O tricolor abriu o "caixa", e resolveu contratar jogadores experientes, rodados, com altos salários e com títulos no futebol brasileiro, como Ricardinho e Carlos Alberto, além disso, arriscou na contratação do atacante Jóbson, mais conhecido pelos problemas extra-campo do que pelas façanhas dentro das 4 linhas.

Um time que estava afastado da elite há alguns anos tem que ter a ambição em fazer uma boa campanha em seu retorno, e principalmente reconquistar o seu lugar entre os "grandes" do futebol brasileiro.

Pode dar errado?? Sim!
Pode dar certo?? Também!

Mas, independentemente do resultado final, acho acertada a coragem da diretoria tricolor em arriscar, pois como diz o velho ditado: "quem não arrisca, não petisca"

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Falta um Jogador-Referência no Bahia

Há vários anos o Bahia não passa de uma temporada para a outra mantendo um time,e muito menos seu jogador mais importante em campo. Quando digo importante, não me refiro ao mais badalado, ao mais caro, àquela contratação bombástica do ano, mas àquele jogador que reuna liderança, experiencia e capacidade técnica, numa soma de diversos fatores. Muitas vezes um clube pode ter mais de uma peça assim. O Bahia dos anos 70 trocava jogadores de um ano para outro, mas a eficiencia de Baiaco permanecia e a habilidade e liderança de Douglas, também, por exemplo.

No futebol brasileiro, temos os exemplos de Geraldo, no Ceará, e Paulo Baier, no CAP, que passam os anos, permanecem liderando e garantindo qualidade aos seus times. Quem há de negar que a presença de Ramon por 2 anos no Vitória o ajudou a ganhar dois estaduais e chegar à final de uma CB? Jogadores veteranos, mas que conhecem seus clubes e são tão identificados com eles que sempre são uma garantia de qualidade, muito empenho e bom desempenho.

Um jogador no atual elenco do Bahia que precisa ser trabalhado com esse fim, pois tem experiencia, inteligencia e uma técnica fantástica, mas a quem falta voluntarismo, dinâmica (René já esta trabalhando isso nele) e confiança plena para assumir um papel de liderança, na minha opinião, é Tressor Moreno. O colombiano não tem a cobiça de outros clubes, devido à sua "meia-idade" futebolística, tem a vontade de se firmar no futebol brasileiro, parece ser um atleta equilibrado nos hábitos pessoais. Na região defensiva, estou gostando do comprometimento e raça demonstrados por Tite. Esse tipo de jogador o Bahia precisa preservar, para manter a identidade do grupo, de um ano para outro.

Vombora Bahia, Minha Porra!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Bahia, Jobson e o risco da condenação.


O Tribunal Arbitral Internacional, que vai julgar o recurso impetrado contra a redução da pena de Jobson pelo STJD (que teve pena de 2 anos reduzida para 6 meses) , pode repetir com ele a mesma decisão que tomou com relação a Dodô, anos atrás, quando aplicou condenação de 2 anos ao atleta que fora absolvido pelo STJD no Brasil.

Eu sou admirador do futebol de Jobson, acompanhei de perto o futebol dele no Botafogo, pois sou casado com uma botafoguense, acho que pode ser um reforço fantástico para o Bahia e tem tudo para uma empatia com o torcedor que nos dará muitas alegrias. Torço muito para que ele seja absolvido e faça o brasileirão conosco. Tenho fé que a Bahia, o Bahia, René e a torcida podem marcar positivamente a carreira desse jovem jogador. E acredito, por filosofia de vida,na capacidade de recuperação de todo ser humano.

Mas o risco de condenação é real, o que me leva a embarcar num pensamento, que alguns podem condenar, pelo negativismo da "imaginação", mas as especulações, sondagens, e finalmente o anuncio do seu nome, cuidadosamente trabalhados entre a vergonhosa eliminação da Copa do Brasil e a do Estadual, seriam o "engana besta" perfeito perpetrado por MGF para sossegar a torcida revoltada?

Quais outros times concorreram por Jobson, um atacante diferenciado, habilidosíssimo, no futebol brasileiro? Quais motivos reais da sua dispensa pelo Atlético? Somente comportamento? Ou já se preparando para uma decisão negativa do TAS, descartando logo quem não vai jogar?

A euforia pela sua contratação está "quente" ainda, amenizando o gelo da eliminação,
mas pode ter sido "calculada", com prazo de validade em 21 de Junho, quando o atacante será julgado pelo TAS. Aí, se condenado, e sem nem ter sido regularizado pelo BID (Bahia ?Ih...Demora...), eliminação no baianão já esquecida, Jobson vai embora pra casa e a gente lamenta mais um engodo da diretoria.

Espero, de coração, que eu esteja errado. Mas gato escaldado tem medo de água fria.

domingo, 13 de março de 2011

Ou vai ou racha.

O Bahia entra em campo hoje em Pituaçú tendo a obrigação de vencer sua partida para garantir uma das 8 vagas para as quartas de final do campeonato baiano.

No caso de vitória do Bahia diante do Serrano, a classificação tricolor estaria garantida.

Um empate no jogo do Bahia, e o Atlético jogando em casa teria que vencer o lanterna Ipitanga com uma vantagem de 5 gols.

Uma derrota do Bahia, e bastaria ao Atlético vencer seu jogo para se classificar.

Uma desclassificação precoce do tricolor deixaria todo o favoritismo para a conquista do título baiano com o seu maior rival.

A tarde promete ser de emoções para a "turma tricolor".

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ex-timão e botafoguense negociam com Bahia

http://www.ecbahia.com/imprensa/noticia.asp?nid=20207


A seguir, texto do jornalista e blogueiro Darino Sena, do blog Igol , anunciando interesse do esquadrão por Lulinha e Fahel.

"O meia Lulinha, ex-Corinthians, e o volante Fahel, do Botafogo do Rio, estão na mira do Bahia e podem ser os próximos reforços a serem anunciados pelo clube.
Lulinha foi oferecido pelo empresário Vágner Ribeiro, o mesmo de Neymar. O agente quer recolocar o meia na vitrine da Série A do Brasileirão e pretende vê-lo no Bahia. Após estourar como grande promessa na base do timão e da Seleção Brasileira, Lulinha não correspondeu entre os profissionais. No segundo semestre de 2009, foi emprestado e vem fazendo campanhas discretas no futebol português. Foi para lá jogar no Estoril. Atualmente, está no Olhanense, sétimo colocado na liga lusitana.
O que pega para a vinda de Lulinha é o alto salário. O Bahia negocia com Vágner Ribeiro um reajuste para adequar o ordenado à realidade financeira do clube.
Já Fahel parece mais próximo do Fazendão. Muito criticado pela torcida do Bota desde o ano passado, nem vem sendo relacionado para as partidas. Técnico do alvinegro carioca, Joel Santana deu o aval da contratação e libera Fahel para defender o Bahia.
Falta o tricolor convencer o atleta. Quem faz campanha pela vinda do colega é o lateral-direito Jancarlos, do Botafogo, que se destacou no Bahia ano passado e está prestes a voltar para o clube. Fahel atua como volante e zagueiro.
Após péssimo início de ano - quatro derrotas em sete jogos e penúltima posição do grupo no Estadual -, o Bahia mudou a estratégia e antecipou a contratação de reforços mais caros e experientes. Já foram anunciados o meia colombiano Tressor Moreno, com passagens pela seleção de seu país, e o atacante Robert, ex-Palmeiras e Cruzeiro."