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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ganhou quem tinha de ganhar.




O Cruzeiro.
Líder da primeira fase. Melhor defesa. Melhor ataque.
2 derrotas (as duas para o Atlético). 1 Empate (Tupi).
Jogou com experiência e sabedoria.
O Atlético, foi o segundo melhor, jogando com sua categoria de base,
mesclando com jogadores mais experientes, não soube no jogo decisivo,
se impor. Paciência.
Mais um estadual para aguçar um pouco mais a rivalidade mineira.
Que o título não iluda o Cruzeiro, que precisa de reforços na lateral e um reserva
para Henrique.
Que o Atlético não se abata por isso, pq Renan Ribeiro, Renan Oliveira, Bernard,Serginho, Giovane Augusto,
Felllipe Soutto e Werley são as pratas da casa, e tiveram uma oportunidade que nenhum técnico até então havia dado,
a chance de disputar JUNTOS, um campeonato oficial profissional. Vai precisar de reforços pra lateral direita e um camisa 10 pro brasileirão.

Sobre o Dorival, ele fez um monte de bobagem, mas merece respeito por fazer com que a base do Atlético, ressurja com novos valores e que os que já haviam tido oportunidade, voltassem a campo, casos de Renan Oliveira e Werley, ao longo do campeonato.
O América fez um boa campanha, Fábio Jr foi artilheiro com 13 gols. O clube e está vivendo uma paz, que há anos não vivia no CT Lanna Drumond.
O América de TO, foi a grata surpresa. Funorte subiu e caiu, não deu nem tempo de conhecer direito.
O Ipatinga foi pro módulo II, foi pagar seus pecados com o falastrão do Itair Machado, presidente do clube.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Atlético 2 x 1 Cruzeiro – Base x Experiência


Atlético: 2

Fellipe Soutto, Giovani Augusto, Bernard, Serginho, Wendell, Renan Ribeiro, Werley...jogaram ontem, todos formados no Galo.
Não foi um jogo bonito, nem tão emocionante como de anos anteriores.
Foi um jogo que mostrou que, a base do Atlético, pode voltar a dar frutos bons ao GALO.
O estadual não tem como avaliar, por completo, esses jogadores, mas pra quem já teve jogadores experientes, de nome, “gabaritados” e que tomaram de cinco pro rival, esses garotos estão de parabéns, não tremeram, correram noventa minutos, bateram de frente, colocaram o pé sem dó, podem não ganhar o título, mas o teste contra um grande time, com muitas qualidades, dá pra imaginar que a base do Galo pode voltar a revelar bons jogadores.

Cruzeiro : 1

O Cruzeiro perdeu o clássico, e como vem se tornando comum, a culpa foi de terceiros. Há tempos reparo nessa situação, o time nunca perde porque estava num dia ruim ou porque o seu adversário teve méritos.
O time azul é bom, está sempre disputando os títulos, sempre chegando e o campeonato mineiro de 2011, ainda está a seu alcanse, não precisa ficar com essas desculpas de que o juiz sempre está apitando contra o Cruzeiro.
A torcida cruzeirense não precisa ser ludibriada dessa forma, ela não é cega, torcedor não é cego, pode cornetar na hora errada, mas cega não é, só quando quer, lógico.

O jogador que sempre adora polêmica

O Fabrício dizer que, o Atlético jogou como time pequeno, é a forma que encontrou de "jogar pra torcida", tirar a responsabilidade da derrota de si e dos companheiros e afagar os torcedores celestes. O Atlético não jogou como pequeno, ele jogou sabendo de todas suas limitações, jogou com humildade e raça.. A técnica foi deixada pro Cruzeiro.

Magno Alves saiu bravo

Quando foi substituído, Magno Alves, do Atlético, chutou a porta dos vestiários, não gostou, mas ontem não teve repercussão sobre isso. É um jogador importante, passa por um momento difícil , a mãe dele está doente, o que talvez fez com que desse esse xilique.

domingo, 13 de março de 2011

Ipatinga 2 x 2 Galo - Empate

O jogo deste domingo, entre Galo x Ipatinga, tinha um teor de fortes emoções, e foi o que aconteceu, porém, só pelo segundo tempo.
O primeiro tempo foi um jogo frio, sem muitas chances, muitos erros de passes, os goleiros pouco trabalharam e o Ipatinga, que teve mais volume de jogo, abriu o placar, gol de Alessandro, numa bobeada da zaga atleticana.
Veio o segundo tempo, e o Galo fez mudanças, saiu Ricardo Bueno e Leandro, entrou Jobson e Wesley.
No primeiro minuto de jogo, Berola empatou para o Galo, 2 minutos depois, o Ipatinga pulou a frente novamente, com Thiago, bom jogador que veio do Atlético PR, 2 a 1 e o Ipatinga retomava o volume de jogo.
O Atlético estava mais disposto, a apatia do primeiro tempo, parecia que havia ficado no vestiário, mas ainda sim, o time estava perdido em campo.
Réver fez sua pior partida com a camisa alvinegra. Berola não apareca mais, o meio estava desarticulado e Ricardinho, foi o único que jogava de forma inteligente, tentava organizar jogadas, dava passes e tentava receber...em vão.
Nada funcionou.
Dorival, ao fim do jogo, disse que não tem pressa para repor as perdas de Tardelli, Obina e Diego Souza, disse também que foi só um jogo ruim e que não tem motivo para achar que o time está em crise.
Em crise, não está, mas é preocupante o jeito tenso do treinador, a preguiça que o time demonstrou, e a diretoria , simplesmente, calada.
Na terça tem coletiva do presidente Kalil, deve chegar reforços, aliás TEM QUE CHEGAR. Ricardo Bueno não dá. Berola é jogador de segundo tempo. Magno ALves n]ão vai suportar tantos jogos e Jobson, segundo rumores, PEDIU para sair, quer voltar ao Botafogo.
MEXA - SE, KALIL. Não vamos perder mais um ano jogando dinheiro e tempo fora.


Outro detalhe:

Guilherme, o treinador do Ipatinga, perguntado sobre o passado, curto e grosso disse:

Quando entro no gramado, nem lembro disso.

Guilherme foi um jogador muito importante para o Atlético. Mas ele esqueceu e acho que está na hora da torcida esquecê - lo. A história não tem como ser desfeita, nós agradecemos e pronto. A frieza dele tem que ser correspondida da mesma forma.

sábado, 12 de março de 2011

Ipatinga x Galo - Um reencontro

Um jogo diferente. Um reencontro.

Galo sem Tardelli, um dos jogadores que marcou sua história no Galo. E ainda sem um jogador referência no ataque.
 Do outro lado,  no banco, comandando o clube do Vale do Aço, um ex-artilheiro, que fez a massa vibrar, chorar e viver um dos últmos bons momentos do clube na última década, Guilherme de Cássio Alves, Em 205 jogos com a camisa alvinegra,  fez 139 gols e é o 7° maior artilheiro da história do Galo.
Uma história que poderia ter sido linda. Perfeita.
Não foi.
Guilherme foi jogar no Cruzeiro, em 2004 , e mais que isso, em seu primeiro gol, apontou para a torcida atleticana e fez um sinal, para que fizessem silêncio.
Um ato desnecessário, infantil e uma amostra de ingratidão tremenda.
Mandou a torcida que tantas vezes o apoiou, calar a boca.
Após isso, o Herói, virou vilão.
Quem não acompanhou aquele momento, ou aqueles que eram mais jovens, até o perdoaram, ou hoje, não ligam mais.
A torcida se dividiu, sempre há quem pergunte, Guilherme é herói ou vilão?
E o debate sempre esquenta.
O jogo de amanhã, terá esse aperitivo, um reencontro da massa, com aquele que foi de fundamental importância para a última grande campanha do Atlético, no campeonato Brasileiro.
Um reencontro que terá aplausos, vaias, boas e más lembranças.